24 de agosto de 2012
Gal Costa - "Nenhuma dor"
18 de maio de 2012
24 de fevereiro de 2012
8 de fevereiro de 2012
30 de dezembro de 2011
19 de setembro de 2011
26 de agosto de 2011
Ruídos
3 de agosto de 2011
11 de abril de 2011
13 de janeiro de 2011
Música: "Amor em Si Bemol" / Giovanni Caruso e o Escambau
Não quero falar nada com você, me deixe só
Prefiro me calar a ter expor os nossos nós
Eu sei que nem você sabe ao certo o que aconteceu
E o amor na bagunça desse quarto se perdeu
E tornou sem fim, um costume, um festin
Um amor em si bemol
São cinco da manhã, eu continuo sem dormir
Tentando compreender aonde foi que me perdi
Cantando ao sonhar, ao acordar e não tiver
Quem sabe ainda pudesse consertar e ficar bem
Mas a dor de então me consome a razão
E o amor é bem menor.
Deixei de lado aquele affair
Mas ela nem me beija mais
Eu como carne, ela detesta
Não sobra grana pro motel
Ultimamente anda estressada
Gasto meu tempo com a tv
Prefere gatos eu cachorro
Não temos carro pra sair
Além do mais tem outras coisas
Me perco em meio a reticências
23 de dezembro de 2010
Em 2010, a música que eu mais ouvi
A música nem é desse ano, mas depois que a descobri em meados de setembro, se tornou uma constante execução na minha vida. É a mais ouvida das músicas da banda escocesa Camera Obscura no Last.Fm, e de alguma forma me conquistou, talvez com os arranjos de trompete, talvez com a voz de Tracyanne Campbel, talvez com a letra e o clipe que são o sonho de qualquer casal apaixonado, ou talvez por tudo isso. Apesar de triste, o clipe trás uma idealização tão boa de como seria viver um amor em Paris, com torres que podem expressar todo sentimento de uma cidade, praças e parques que parecem cuidados para recepcionar uma grande festa, igrejas que falam por si próprias, histórias de amor que tem perfume e luz própria. Não posso negar que "French Navy" me remete a outras coisas que não deviam ser lembradas, mas de alguma forma, a música se tornou muito mais forte do que o sentimento que antes ela trazia, provando que existem músicas que são produzidas para terem vida própria, não a que os produtores musicais, artistas ou nós mesmos queremos impor a elas.
18 de dezembro de 2010
Os meus melhores de 2009
Melhor filme: "Divã"; Melhor clipe: "Habbit heart (Raise it up)" / Florence + the Machine; Música-tema: "Poker Face" / Lady GaGa; Artista do ano: Chico Buarque; Melhor peça: "Liberdade" de Adriana Sottomaior; Revelação: Banda Monaco Beach, Curitiba.
Esse ano, vou colocar mais categorias.
10 de dezembro de 2010
20 de novembro de 2010
Música: "Black is beautiful" - Elis Regina
Que se integre no meu sangue europeu
Black is beautiful, black is beautiful
Hoje a noite amante negro eu vou
Que se integre no meu sangue europeu
Black is beautiful, black is beautiful
31 de outubro de 2010
Música: "Velha Roupa Colorida" / Elis Regina
Elis Regina, pra expressar o que eu acho que falta no país:
renovação. Talvez nós sejamos os únicos mediadores disso.

(...)
Nunca mais teu pai falou: "She's leaving home"
E meteu o pé na estrada "like a Rolling Stone"
Nunca mais você buscou sua menina
Para correr no seu carro, loucura, chiclete e som
Nunca mais você saiu à rua em grupo reunido
O dedo em V, cabelo ao vento
Amor e flor, quede o cartaz?
No presente a mente, o corpo é diferente
E o passado é uma roupa que não nos serve mais
Você não sente, não vê
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo
Que uma nova mudança em breve vai acontecer
O que há algum tempo era novo, jovem
Hoje é antigo
E precisamos todos rejuvenescer
(...)
20 de setembro de 2010
Música: "Se eu quiser falar com Deus"
no programa "Sr. Brasil" da TV Cultura. Vale a pena.
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Tenho que subir aos céus
Sem cordas pra segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar
13 de julho de 2010
Feito a Rita Lee
que confunde, não me pergunte porque nada sei dizer. É
grande, mas cabe lá dentro. É pequeno, fundo, profundo.
Pode ser uma inquietação minha, pode ser até frescura
ou quem sabe uma nova filosofia, só sei que nada sei. Só
sei que prefiro fingir não saber. Ai, é tão bom fingir um não-
saber. É tão doce, amargo, ardente. O mesmo perfume, a
mesma xícara, os mesmos dentes amarelados. Encantado,
até arrisco o final: serei um "mutante", feito a Rita Lee.
28 de fevereiro de 2010
Bom dia, Tristeza
minissérie que a Rede Globo exibiu entre 5 e
19 de janeiro do ano passado, e nem somente
por sua linda voz. Ainda me lembro quando o
meu pai me deu um cd da novela setentista
"Estúpido Cupido" que tinha a dramática canção
"Meu mundo caiu" na trilha sonora, levei um
tempo pra considerá-la um hino da minha vida.
No meu aniversário de 15 anos, ganhei uma
biografia jornalística dela da minha melhor amiga,
e apesar de levar uns meses pra chegar ao
fim da 247ª página, pude concluir com a
maior certeza que ela era a mulher da minha
vida. Cada linha que terminava, era como
se estivesse lendo minha própria descrição.
Hoje ela esá no pedestal das mulheres da
minha vida, tanto pela sua voz, sua intensidade
e principalmente, pela sua personalidade ímpar.
Maysa morreu em 1977, num acidente naPonte Rio-Niterói, tinha apenas 40 anos.

