25 de março de 2011
Relento de uma noite sem estrelas
— Sou teu. Posso ?
— Pode. Também sou teu.
— Que bom.
— Então, estamos namorando ?
— Acho que ainda não.
— Ah, sim.
— Indepedente do estado civil, quero estar com você.
— Eu também.
— Me dá um beijo ?
— Quantos você quiser.
Beijaram-se.
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