Era um mundo bonito, íntimo, pequeno, confortável. De manhã o sol invadia as janelas fazendo todos se acordarem, a mesa do café da manhã era posta sob as cobertas de uma cama improvisada, os pássaros eram o entretenimento matutino e a brisa suave abraçava e dançava. Dois corpos apenas dividiam esse mundo, só os dois reinavam absolutos por todo seu espaço, só os dois se cobriam com a mesma bandeira. As notas do clarim se perdiam pelos céus, confundiam águias e ecoavam sorrateiras até o inaudível. Os dados demográficos desse mundo assustavam, mas o índice de felicidade era considerável e as estrelas eram tão perceptíveis que até grudavam na parede.23 de maio de 2011
Breves palavras de um mundo estranho
Era um mundo bonito, íntimo, pequeno, confortável. De manhã o sol invadia as janelas fazendo todos se acordarem, a mesa do café da manhã era posta sob as cobertas de uma cama improvisada, os pássaros eram o entretenimento matutino e a brisa suave abraçava e dançava. Dois corpos apenas dividiam esse mundo, só os dois reinavam absolutos por todo seu espaço, só os dois se cobriam com a mesma bandeira. As notas do clarim se perdiam pelos céus, confundiam águias e ecoavam sorrateiras até o inaudível. Os dados demográficos desse mundo assustavam, mas o índice de felicidade era considerável e as estrelas eram tão perceptíveis que até grudavam na parede.
Por
Willian Aust
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