Então Senhor D. acordou. Colocou o despertador no soneca e resolveu embrenhar-se novamente em seu tão limitado sono. Quando finalmente dormiu o suficiente para pensar que estava atrasado, Senhor D. levantou-se como se aquilo fosse um ato de sobrevivência. Acariciou H., um felino que alegrava seus dias e as madeixas daquela que roubava seu travesseiro, o cobertor e três quartos da cama. Vinte minutos depois, Senhor D. já desfrutava de gélidas brisas contra seu rosto, que descascava de frio.
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