Fabio Nassar e Dira Paes em Celeste e Estrela (2002)
Ontem eu estava assistindo "Celeste & Estrela",
filme nacional de 2002, com a atuação maravilhosa
de Dira Paes (Solineuza em "A Diarista", Norminha
em "Caminho das Índias"). A película conta, de uma
forma irreverente, a difícil tarefa de fazer cinema no
Brasil, e é ambientado em Brasília. A crítica do filme é
sem dúvidas relevante. Já parou pra pensar quantos
filmes nacionais você já viu no cinema ? E mesmo que
tenham sido vários, já parou pra pensar se eles eram
dignos de comparação com a qualidade técnica dos
filmes do hemisfério norte ? O Brasil é um país tão
criativo, possui tantos cineastas capazes de lançar uma
produção genoinamente brasileira, mase cadê eles ?
Assim como em "Celeste", eles estão por aí, correndo
atrás de patrocínios, incentivos fiscais, pessoas que
acreditem em seus trabalhos. E Quando o Brasil faz
algum filme de renome, com certeza, envolve violência,
miséria e atores globais, leia-se: "Tropa de Elite" e
"Se eu fosse você". Não que eles não sejam bons, mas
é até um certo desrespeito elogiar quem já é coringa
filme nacional de 2002, com a atuação maravilhosa
de Dira Paes (Solineuza em "A Diarista", Norminha
em "Caminho das Índias"). A película conta, de uma
forma irreverente, a difícil tarefa de fazer cinema no
Brasil, e é ambientado em Brasília. A crítica do filme é
sem dúvidas relevante. Já parou pra pensar quantos
filmes nacionais você já viu no cinema ? E mesmo que
tenham sido vários, já parou pra pensar se eles eram
dignos de comparação com a qualidade técnica dos
filmes do hemisfério norte ? O Brasil é um país tão
criativo, possui tantos cineastas capazes de lançar uma
produção genoinamente brasileira, mase cadê eles ?
Assim como em "Celeste", eles estão por aí, correndo
atrás de patrocínios, incentivos fiscais, pessoas que
acreditem em seus trabalhos. E Quando o Brasil faz
algum filme de renome, com certeza, envolve violência,
miséria e atores globais, leia-se: "Tropa de Elite" e
"Se eu fosse você". Não que eles não sejam bons, mas
é até um certo desrespeito elogiar quem já é coringa
nessa área, e saber que do lado de fora dos faraônicos
estúdios existem cineastas mortos de fome para se
estúdios existem cineastas mortos de fome para se
deliciar esse prato tão cobiçado: sucesso e valorização.
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