8 de julho de 2010

A vida própria da vida

Não que mereça assim, um altar, mas é digna de admiração.
Sim, eu estou falando da vida. Como uma coisa que só você
tem o controle, pode ter vida própria ? Pode até ser confuso,
mas num curto período novos objetivos, novas estranhezas
e futuras decepções estiveram presentes. Ah, mais isso faz
parte de outro capítulo, não que eu seja vidente, né. Músicas
desconhecidas merecem ser ouvidos em alto e bom volume.
Chás de morango continuam combinando com tudo: fofocas,
cantadas, lésbicas e uma torta com sorvete em cima. Outra
coisa que pode ser combinada com qualquer coisa, são olhos
azuis. Tem olhos azuis que são azuis por serem azuis, genética.
Mas, em particular, conheço um belo par de olhos azuis, que
são azuis pra serem azuis mesmo. Nada substitui a felicidade
de saber desenhar um corpo humano como base de um futuro
figurino, parece que você está brincando com as reticências, e
fazendo tal coisa, detalhadamente. Isso parece curioso. Não que
eu me importe, mas a garota loira e o rapaz de barba mal feita
faziam um belo par, mas acho que as semelhanças que ambos
tinham os faziam totalmente diferentes. Pena. Seria um típico
casal woodyalliniano. Engraçado, até. Vou escrever sobre eles.

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