Basta uma xícara de café.
Sem saber o que se quer ao certo, a velha idealização de tudo, as mesmas buscas desnorteadas de sempre, o mesmo sorriso amarelo e o cotidiano "sei lá". A gente sempre aponta o caminho mais difícil, aparentemente o mais bonito e mágico, com flores e tapetes de camurça vermelho nos primeiros metros, mas cheio de espinhos e pedregulhos cortantes depois que largamos nossos sapatos. Deixa ser como será, cantaram os Los Hermanos, e acabamos sempre por dizer amém.
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