A:— Mas cara, eu não sei amar pela metade.
B: — Tá, mas o que eu tô sentindo nesse momento não é um cem por cento.
A: — Mas a gente nunca vai atingir esses cem, nunca, cara.
B: — Ôquei.
A: — "Ôquei" ? E você, o que está fazendo pra atingir os cem por cento ?
B: — Rá. Você não percebeu ? Gente... Ai.
A: — Cara, eu já te disse que quando estiver falando contigo, quero olhos nos olhos.
B: — Mas eu tô te olhando.
A: — Eu não gosto quando você ri do que eu digo. Sinto que você tá se achando um palhaço, eu sei.
B: — E por que acharia ?
A:— Você podia tão bem, estar lá, curtindo sua vida com pessoas muito melhores e mais interessantes que eu.
B:— Eu tô aqui com você, não estou ?
A: — Eu sei, eu te sinto, você é meu.
B: — Eu não sou seu, eu pertenço a mim mesmo. Eu estou com você.
A: — Assim você acaba com a minha metáfora.
B: — Pois é, nem tudo na vida é sonho.
A: — Deixa eu sonhar contigo, cara, deixa.
B: — Quando a gente acordar a gente descobre que esse sonho era ilusão.
A: — Eu sei que sonhar é um verbo ótimo pra conjulgar contigo.
B: — Pega um cigarro pra mim, é o último da noite.
A: — Antes vamos terminar essa conversa.
B: — Tá bom. Diga, diga tudo o que quer dizer.
A: — Mas eu já não te disse ? Eu te amo, e vou lutar cada dia por você. Te juro. Só te peço que me entenda também.
B: — Não me machuca mais, eu já sofri tanto, não sei se aguento mais uma.
A: — Você pode se dizer pertencer a si mesmo, mas meu coração é teu, cara. E saiba que eu te amo.
B: — Também.
A: — Mas a gente nunca vai atingir esses cem, nunca, cara.
B: — Ôquei.
A: — "Ôquei" ? E você, o que está fazendo pra atingir os cem por cento ?
B: — Rá. Você não percebeu ? Gente... Ai.
A: — Cara, eu já te disse que quando estiver falando contigo, quero olhos nos olhos.
B: — Mas eu tô te olhando.
A: — Eu não gosto quando você ri do que eu digo. Sinto que você tá se achando um palhaço, eu sei.
B: — E por que acharia ?
A:— Você podia tão bem, estar lá, curtindo sua vida com pessoas muito melhores e mais interessantes que eu.
B:— Eu tô aqui com você, não estou ?
A: — Eu sei, eu te sinto, você é meu.
B: — Eu não sou seu, eu pertenço a mim mesmo. Eu estou com você.
A: — Assim você acaba com a minha metáfora.
B: — Pois é, nem tudo na vida é sonho.
A: — Deixa eu sonhar contigo, cara, deixa.
B: — Quando a gente acordar a gente descobre que esse sonho era ilusão.
A: — Eu sei que sonhar é um verbo ótimo pra conjulgar contigo.
B: — Pega um cigarro pra mim, é o último da noite.
A: — Antes vamos terminar essa conversa.
B: — Tá bom. Diga, diga tudo o que quer dizer.
A: — Mas eu já não te disse ? Eu te amo, e vou lutar cada dia por você. Te juro. Só te peço que me entenda também.
B: — Não me machuca mais, eu já sofri tanto, não sei se aguento mais uma.
A: — Você pode se dizer pertencer a si mesmo, mas meu coração é teu, cara. E saiba que eu te amo.
B: — Também.
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